![“Como se o silêncio dissesse tudo, um sentimento bom que me leva pro teu mundo! A vontade de te ver já é maior que tudo, não existem distâncias no meu novo mundo. Tipo coisas da sétima arte, aconteceu sem que eu imaginasse, sonho de consumo cantar na sua festa! Vem dançar comigo? Aproveita e me sequestra! Amor vagabundo, intenso ou muita pressa, não sei como termina mas sei como começa… Fiz essa canção pra dizer algumas coisas: cuidado com o destino… Ele brinca com as pessoas! Tipo uma foto com sorriso inocente, mas a vida tinha um plano e separou a gente. Mas se quem eu amo tem amor por mim, eu sei que ainda estamos muito longe do fim! A vontade de te ver ja é maior que tudo… E não existem distâncias no meu novo mundo”Me peguei ouvindo essa última canção que você deixou. “Não existem distâncias no meu novo mundo”, você diz… E me pergunto se em algum momento, você soube que estaria longe daqui, longe de suas ideologias e das coisas que construiu. Será que em algum momento dos seus silêncios profundos, você conseguiu entender coisas que não entendemos, e passamos a vida correndo atrás? Isso trás tantas reflexões. Sobre destino, planos. Onde estaremos amanhã, senão na dúvida eterna do novo amanhecer? Eu me pergunto se o que eu entendi dessa tua mensagem, foi, de fato, as coisas que você quis transmitir. O silêncio diz tudo, não é? Então me pego agora, refletindo sobre silêncios e abismos muitos mais distantes que um simples “calar”. Para muitos, o silêncio significa apenas um calar momentâneo. Uma parada. Por que para alguns o silêncio é esse bicho enorme de sete cabeças? Por que, para alguns o silêncio é tão irrelevante? Silêncios são necessários. Silêncios reflexivos. Silêncios que respondem - silêncios que necessito. Silêncios soltos num destino “que brinca com as pessoas”. Ah, destino. Será o destino, o terrível culpado por ter levado tantas coisas, tantas pessoas de nós - inclusive você? Seria o destino, esse fiel escudeiro do tempo, sempre ali, ao seu lado. Lutando e seguindo com a força de 10 avalanches? Trazendo intensidade, nos roubando momentos. Nos presenteando com expectativas e realizações? Mocinho, ou vilão? Quem é que ganha nessa disputa? Seria uma disputa? Ou uma eterna parceria?São tantas reflexões, e me encanto com pequenas frases, jogadas ali para encaixarem com a melodia, e eu penso que o destino é só mais uma peça no xadrez da vida. “[…] mas a vida tinha um plano e separou a gente”. A vida é esse grande embolado de palavras, planos e expectativas. Quais eram as suas expectativas ao escrever essas palavras e completá-las com essa melodia doce, que martela pensamentos na minha cabeça a todo momento? Me perco no meu próprio silêncio para resolver essa questão, e me pergunto quantos passos tortos o destino me fez dar para chegar aqui hoje e escutar essa sua última canção. Não sei de fato, sabemos o dia, ou quanto irá acontecer… Eu me perco nas minhas ideias, mas algo no meu íntimo me diz que essa letra foi sua despedida, “a vontade de te ver já é maior que tudo…”. E tenho pra mim, que seja quem for, vocês se encontraram nesse novo mundo. E espero que as distâncias de fato não existam. “Mas se quem eu amo tem amor por mim, eu sei que ainda estamos muito longe do fim!”E obrigada por mais uma lição! Mais uma, além de representar que só o amor constrói pontes indestrutíveis e o que importa é nossa alegria! Levo comigo seus ensinamentos, suas letras. Carrego as melodias e os aprendizados. Descansa que teu recado foi dado. O tempo é rei, e a vida é uma lição!E um dia a gente cresce, e conhece nossa essência e ganha experiência.E aprende o que é raiz, então cria consciência!Jéssica Amorim - Abril 2013.](http://25.media.tumblr.com/ed080a8a0ee0fa4e6d023403e9f5c206/tumblr_mldri3ayrl1qbeb2bo1_500.jpg)
“Como se o silêncio dissesse tudo, um sentimento bom que me leva pro teu mundo! A vontade de te ver já é maior que tudo, não existem distâncias no meu novo mundo. Tipo coisas da sétima arte, aconteceu sem que eu imaginasse, sonho de consumo cantar na sua festa! Vem dançar comigo? Aproveita e me sequestra! Amor vagabundo, intenso ou muita pressa, não sei como termina mas sei como começa… Fiz essa canção pra dizer algumas coisas: cuidado com o destino… Ele brinca com as pessoas! Tipo uma foto com sorriso inocente, mas a vida tinha um plano e separou a gente. Mas se quem eu amo tem amor por mim, eu sei que ainda estamos muito longe do fim! A vontade de te ver ja é maior que tudo… E não existem distâncias no meu novo mundo”
Me peguei ouvindo essa última canção que você deixou. “Não existem distâncias no meu novo mundo”, você diz… E me pergunto se em algum momento, você soube que estaria longe daqui, longe de suas ideologias e das coisas que construiu. Será que em algum momento dos seus silêncios profundos, você conseguiu entender coisas que não entendemos, e passamos a vida correndo atrás?
Isso trás tantas reflexões. Sobre destino, planos. Onde estaremos amanhã, senão na dúvida eterna do novo amanhecer? Eu me pergunto se o que eu entendi dessa tua mensagem, foi, de fato, as coisas que você quis transmitir. O silêncio diz tudo, não é? Então me pego agora, refletindo sobre silêncios e abismos muitos mais distantes que um simples “calar”.
Para muitos, o silêncio significa apenas um calar momentâneo. Uma parada. Por que para alguns o silêncio é esse bicho enorme de sete cabeças? Por que, para alguns o silêncio é tão irrelevante? Silêncios são necessários. Silêncios reflexivos. Silêncios que respondem - silêncios que necessito. Silêncios soltos num destino “que brinca com as pessoas”. Ah, destino. Será o destino, o terrível culpado por ter levado tantas coisas, tantas pessoas de nós - inclusive você?
Seria o destino, esse fiel escudeiro do tempo, sempre ali, ao seu lado. Lutando e seguindo com a força de 10 avalanches? Trazendo intensidade, nos roubando momentos. Nos presenteando com expectativas e realizações? Mocinho, ou vilão? Quem é que ganha nessa disputa? Seria uma disputa? Ou uma eterna parceria?
São tantas reflexões, e me encanto com pequenas frases, jogadas ali para encaixarem com a melodia, e eu penso que o destino é só mais uma peça no xadrez da vida. “[…] mas a vida tinha um plano e separou a gente”. A vida é esse grande embolado de palavras, planos e expectativas. Quais eram as suas expectativas ao escrever essas palavras e completá-las com essa melodia doce, que martela pensamentos na minha cabeça a todo momento? Me perco no meu próprio silêncio para resolver essa questão, e me pergunto quantos passos tortos o destino me fez dar para chegar aqui hoje e escutar essa sua última canção.
Não sei de fato, sabemos o dia, ou quanto irá acontecer… Eu me perco nas minhas ideias, mas algo no meu íntimo me diz que essa letra foi sua despedida, “a vontade de te ver já é maior que tudo…”. E tenho pra mim, que seja quem for, vocês se encontraram nesse novo mundo. E espero que as distâncias de fato não existam. “Mas se quem eu amo tem amor por mim, eu sei que ainda estamos muito longe do fim!”
E obrigada por mais uma lição! Mais uma, além de representar que só o amor constrói pontes indestrutíveis e o que importa é nossa alegria! Levo comigo seus ensinamentos, suas letras. Carrego as melodias e os aprendizados. Descansa que teu recado foi dado.
O tempo é rei, e a vida é uma lição!
E um dia a gente cresce,
e conhece nossa essência e ganha experiência.
E aprende o que é raiz, então cria consciência!
Jéssica Amorim - Abril 2013.
Procurando Nemo (via ogaroto-solitario)
(Fonte: r-ideout, via maisum-perdido)
(Fonte: aboutvic, via o-rockstar)
(Fonte: little-winchester, via selfishandunkind)





Jéssica, quem? Não sou muito boa com essa coisa de descrições não. Sempre esqueço alguma coisa, porque afinal, sou lerda por demais. Se eu esquecer, possivelmente farei manha e cara de choro, porque chorar é tipo uma especialidade. Gosto de coisas simples e olhares verdadeiros. Não me force a viver num mundo sem fotografia, cultura e arte. Não diga que teatro é uma bosta e aconselho não falar mal de musicais.
Meu cabelo nunca tem uma cor só. Minha música favorita hoje é diferente da de amanhã e tem dias que eu não sei o que quero. Acredito em príncipes e princesas. Mesmo que não sejam encantados.